Alunos de Medicina fazem bonito na França


Eles participaram da 38ª edição dos Jogos Mundiais da Medicina & da Saúde

Publicado em 8/8/2017

Três alunos do curso de Medicina participaram da 38ª edição dos Jogos Mundiais da Medicina & da Saúde, em Marselha, na França. Rafael Ito, Airton Oliveira e Luara Pires voltaram para casa com a mala cheia de medalhas conquistadas em provas de natação e atletismo, todos na categoria até 34 anos. Rafael Ito, do 10º módulo, ficou em 3º lugar na maratona aquática de 2 km. Também foi 4º lugar nos 50m costas, 5º nas provas de 100m livre, 400m livre, 1.500m livre, e 6º lugar nos 50m borboleta. Luara, do 11º módulo, competiu em duas modalidades. Na natação, levou o ouro nos 100m livre, 400m livre, 800m livre e prata nos 50m costas. No atletismo, venceu a corrida dos 3.000m, foi bronze nos 5.000m e 800m e 4ª colocada nos 1.500m.

“O esporte complementa e aprimora a qualidade de vida de uma forma geral, o que na medicina é muito valorizado, uma vez que a prevenção de doenças, principalmente osteomusculares e cardiovasculares, que estão entre as doenças mais prevalentes em nosso país, é alcançada através do esporte, principalmente o que envolve atividade aeróbica. Além disso, a atividade física a nível de competição proporciona ensinamentos que podemos incorporar em nosso cotidiano médico, como, por exemplo, disciplina, resignação, autoconhecimento e saber lidar com seus próprios limites”, destacou Luara.

Airton Oliveira, do 10º módulo, conquistou ouro nos 100m livre, nos 400m livre, nos 200 medley e no revezamento 4x50 livre. Também levou a prata nos 50m costas, nos 50m borboleta, nos 100m peito, nos 1.500m livre e na maratona aquática de 2 km.

Os treinos de natação ocorrem no Clube FOA de terça a sexta, de 12 às 13 horas. A corrida vem sendo praticada nas ruas de Volta Redonda, em média duas a três vezes por semana. “O nosso grande desafio continua sendo a falta de tempo para exercer tantas atividades e o incentivo, já que o esporte ainda não é valorizado como deveria em nosso país. Se for possível, gostaria de participar novamente desses jogos, pois além de ser uma oportunidade diferente das que encontramos no Brasil, une medicina e esporte que são duas grandes paixões”, finalizou a acadêmica Luara Pires.


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