Após o concorrido vestibular, o curso de Medicina exige anos de dedicação, aprendizado intenso e preparo técnico. Dentro dessa jornada, o internato médico representa uma etapa crucial — é quando o estudante começa a viver, na prática, os desafios da profissão sob supervisão especializada.
Ele também pode ser chamado de estágio supervisionado obrigatório. Apesar de ser essencial para a formação, nem todo candidato a esse curso conhece o internato e as suas particularidades.
Se esse é o seu caso, não se preocupe, pois, neste texto tiraremos as principais dúvidas a respeito do assunto. Continue a leitura e confira.
Como funciona o internato médico?
O internato médico acontece nos dois últimos anos da graduação e é uma etapa obrigatória para a obtenção do diploma em Medicina. O foco é totalmente prático, já que os estudantes prestam atendimentos aos pacientes. Para isso, contam com o acompanhamento de professores.
O internato pode acontecer em diferentes instituições médicas, internas ou externas à universidade, que sejam credenciadas. Apesar de ser uma atividade que exige muito do estudante e que demanda bastante tempo, ela faz parte da sua formação básica, portanto, não há remuneração.
Qual é a carga horária?
Essa atividade é regulamentada pelo Ministério da Educação (MEC) e compreende 35% da carga horária do curso de Medicina. A carga semanal varia de acordo com o projeto pedagógico da instituição, mas deve respeitar o limite de até 40 horas semanais, com a inclusão de plantões supervisionados.
Além da participação regular, também é preciso fazer plantões nas áreas de urgência e emergência. Dessa forma, os estudantes passam por longos períodos de trabalho, para experimentarem a vivência de um expediente profissional. Os plantões têm duração máxima de 12 horas.
Qual a diferença entre internato e residência na Medicina?
É muito comum que exista uma confusão entre internato e residência. A principal diferença é que o internato é obrigatório para a formação em Medicina e faz parte da graduação. O aluno passa por diferentes especialidades e aprende mais sobre a sua função.
Por outro lado, a residência acontece após a conclusão do curso, quando o profissional já tem o seu registro médico. Nesse caso, ele tem o objetivo de conferir uma especialidade, portanto, trata-se de uma atividade mais centrada na área de interesse. É possível também optar por não passar por essa etapa e ter a habilitação para atuar apenas como clínico geral.
O que vem depois do internato?
Como mencionamos, o internato é a última etapa do curso de Medicina. Após concluir esse período desafiador e de muita dedicação, o aluno está pronto para obter o seu título de bacharel.
É importante que o aprendizado seja bem aproveitado, afinal, envolve atividades essenciais para um médico como:
- Avaliação de sintomas;
- Exames clínicos;
- Condutas para cada situação;
- Hipóteses diagnósticas.
Concluído o internato, o aluno está apto a solicitar seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e atuar legalmente como médico generalista.
Conclusão
Portanto, o internato médico é fundamental na formação e ajuda a desenvolver a experiência necessária para a atuação. Assim, é preciso contar com uma instituição de ensino de qualidade, para oferecer o melhor suporte no processo de aprendizagem. Por isso, escolher uma instituição com boa estrutura hospitalar, professores qualificados e parcerias com unidades de saúde faz toda a diferença para o seu sucesso profissional. Conheça mais sobre o curso de Medicina da UniFOA e transforme seu futuro!