Sustentabilidade e a nova postura do profissional de TI


Assunto foi tema do 2º Seminário de Tecnologia da Informação Verde

Publicado em 29/8/2018

Dados da PNUMA (agência da ONU responsável pelo meio ambiente) revelam que cerca de 50 milhões de equipamentos eletrônicos são descartados e transformados em lixo eletrônico, anualmente. Em 2016, foram gerados 44,7 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, um aumento de 8% na comparação com 2014. Especialistas preveem um crescimento de mais 17%, para 52,2 milhões de toneladas métricas, até 2021.

Para pensar em ferramentas que possam ajudar nesse processo, o curso de Sistemas de Informação, realizou no Centro Histórico Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, o II Seminário de Tecnologia da Informação Verde, trazendo à discussão o pensamento sobre sustentabilidade e a nova postura do profissional de TI.

“Na verdade, todas as áreas hoje estão ligadas a essa questão do meio ambiente e a sustentabilidade, e a área de tecnologia não é diferente. A ideia é trazer isso para os alunos, conscientizá-los que temos a condição de melhor a qualidade de vida e consequentemente a sociedade num todo. Por isso é importante trazermos profissionais que falem sobre o tema e levem esses alunos a reflexão”, comentou o coordenador do curso de SI, Carlos Eduardo Vieira.

Um dos palestrantes da noite, foi o publicitário Giuliano Pallos que falou sobre o TI Verde na Indústria 4.0. Além de falar sobre o tema e elencar algumas práticas que são benéficas para redução do desperdício e o aumento da eficiência dos processos, ele elogiou a iniciativa do curso em falar sobre o tema.

“Eu acho que é um avanço muito grande. A gente não vê isso em outras universidades, tanto que poucas vezes se falou sobre isso, e ver a instituição, o curso de SI fazer um seminário sobre esse tema, é muito bom”, disse Giuliano.

Para Anderson Ferreira, transmitir o conhecimento para os futuros profissionais é extremamente importante para que dessa forma eles saibam como utilizar as ferramentas de forma correta, consciente e adequada para os novos padrões de sustentabilidade. “Os impactos tanto nas áreas de serviço quanto de produção, eles precisam ser minimizados. Serão esses futuros profissionais que irão quebrar esse paradigma. Por isso penso ser muito importante e válido esse tipo de ação que a universidade promove”, comentou Anderson.


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