IX Seminário do Escritório da Cidadania


Evento criou um diálogo entre os cursos de Direito e Serviço Social

Publicado em 4/11/2016 15:31

O IX Seminário do Escritório da Cidadania movimentou o campus Vila ontem à tarde. Com o tema "Direitos Socioassistenciais e Advocacia Popular: novos paradigmas da advocacia na superação das vulnerabilidades e na garantia da cidadania", o evento reuniu alunos dos cursos de Direito e Serviço Social para um debate.

O Seminário se tornou tradicional na agenda do Escritório e sempre traz assuntos que dialogam entre os cursos. A professora Danielle do Val explicou que as temáticas estão presentes do início ao fim na formação e na realidade profissional do Direito e do Serviço Social.

“Quando falamos em assistência social, achamos que lá só trabalham assistentes sociais e, no entanto, são obrigatórios em uma equipe, por exemplo, o psicólogo e o advogado também. Mas são raros os advogados que têm consciência de que são fundamentais na política de assistência”, frisou Danielle.

 A advogada Fernanda Castro Alvarenga que atua no Centro de Referência Especializada em Assistência Social de Volta Redonda, Creas/VR, conversou com os alunos sobre o trabalho na unidade. “Muitos acadêmicos, e até mesmo alguns colegas de trabalho, desconhecem esse campo de atuação; eu mesma só fui conhecer de perto o serviço do Creas quando comecei a atuar. É uma experiência engrandecedora, uma área de atuação que precisa ser mais difundida para que a gente consiga captar mais profissionais”, afirmou.

O responsável pelo Escritório da Cidadania, professor Dario Aragão, pontuou a troca de experiências como indispensável para a construção de uma carreira. “De nada adianta ser graduado em determinado curso sem que tenhamos um senso crítico bem desenvolvido, principalmente no atual momento que passa o Brasil, no qual os direitos são cada dia mais violados”, acredita o professor.

A aluna do primeiro ano de Serviço Social, Monique Machado, aprovou a troca de conhecimentos. “A gente sai daqui com uma nova visão, não só da nossa profissão, mas também da profissão do outro. A experiência gera uma bagagem de conhecimento muito maior por ouvirmos o relato de quem já trabalha na área”, contou.


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